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Censura, desinformação e negligência: tabus sexuais colocam a saúde da mulher em risco

“Mulher cresce sem ter o empoderamento do seu próprio corpo”, afirma especialista

Por Érika Alfaro, Fabio Toledo e Juliana Borges

“Depois de mais de uma hora de espera, entrei na sala. Um breve cumprimento e perguntas para a ficha: ‘Tenho 19 anos. Sim, é minha primeira consulta’. Não sabia o que falar. Eram tantas dúvidas acumuladas. Eu nem conhecia aquela médica… E ela aparentava não querer saber muito sobre mim. Perdi a virgindade há um ano, mas nunca falei disso com ninguém.Toda minha fonte de conhecimento vinha da internet e do que algumas amigas me contaram.

Ficamos em silêncio naquele cubículo com paredes brancas já envelhecidas enquanto a doutora escrevia no bloco de receitas. Eu disse que tinha medo que meus pais descobrissem sobre minha vida sexual. Ela respondeu que era melhor ‘não colher o papa’. Depois de oito minutos, saí de lá com pedidos de exames, além de uma prescrição de anticoncepcional. Não era o que eu esperava, mas acabei me conformando. Hoje percebo que o atendimento que recebi foi omisso e desleixado, pois saí de lá com as mesmas dúvidas e inseguranças com as quais cheguei”.

Situações como a experiência narrada por Joana, nome fictício dado a uma jovem que hoje possui 22 anos, são muito comuns e ilustrativas no que diz respeito a consultas ginecológicas que acontecem na realidade de milhares de garotas. O momento no qual uma menina ou mulher está diante de um profissional que lida com a saúde do sistema reprodutor feminino e dos seios traz à tona os tabus aos quais são submetidas durante o seu crescimento e que persistem ao longo de suas vidas.

Amarras sociais

Em uma busca rápida na internet, percebe-se a dimensão da questão. Quem procura o termo “tabu” no dicionário online Michaelis encontra a seguinte resposta como definição: “proibido por crença supersticiosa; que é objeto dessa proibição; de caráter sagrado; mantido distante pelo temor à punição; censurado por crença ou pudor: ‘Quando eu era criança, sexo na minha casa era tabu’”. Um dos maiores exemplos relacionado ao conceito é o sexo e os fatores que o envolvem, principalmente para mulheres. Enquanto os garotos, desde crianças, são incentivados a expressar sua sexualidade, as meninas são censuradas e ensinadas a manter distância de quaisquer assuntos nesse sentido. As consequências dessa educação diferenciada por gênero, ou a falta dela, refletem diretamente na saúde feminina.

“Tabus e mitos interferem na saúde e no comportamento da mulher em geral. A falta de conhecimento sobre o corpo é reforçada pelas restrições, que são passadas de geração em geração, principalmente com relação à própria vagina. As ideias disseminadas são de que se trata de um lugar proibido, nojento, sujo, de que a secreção é repulsiva. A mulher cresce sem ter o empoderamento do seu próprio corpo e isso atrapalha muito o desenvolvimento e o amadurecimento sexual”, afirma Carolina Ambrogini, ginecologista, obstetra, sexóloga e coordenadora o Projeto Afrodite, centro de sexualidade feminina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Os ensinamentos sobre a anatomia e o funcionamento corporal são negligenciados às garotas. Componentes do universo feminino, como a masturbação e a menstruação, são resumidos às necessidades masculinas. Durante muito tempo, a medicina sequer conhecia o orgasmo feminino e a menstruação funcionava como indicativo da não gravidez, sempre carregada de estigmas e sem conhecimento profundo sobre seus significados. “Os tabus influenciam também em coisas simples, como conhecer o dia fértil e saber que, por meio da secreção vaginal, é possível identificá-lo”, pontua Carolina.  

A falta de instrução sobre o processo de ovulação, como lidar com corrimentos, cólicas, alterações no ciclo menstrual, as diversas opções de métodos contraceptivos, os possíveis sinais de miomas, as maneiras de prevenir ou detectar precocemente o câncer do colo do útero e tantas outras questões relacionadas exclusivamente ao feminino representa um grande risco para o bem-estar físico. Em muitos casos, o desconhecimento também gera resultados psicológicos. Tudo isso por meio da cultura de culpabilização da mulher por uma gravidez não desejada, a disseminação de ideais que incutem o machismo e a privação de exploração da sexualidade, além do desenvolvimento de quadros graves causados por questões sexuais, como a própria orientação. São traços sociais cujos reflexos são sentidos em diversos âmbitos da vida da mulher.    

“Os tabus geram comportamentos de risco, deixando as pessoas mais vulneráveis a condições como doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), gravidez não planejada e até depressão”, afirma Kay Francis Leal Vieira, psicóloga do Centro Universitário de João Pessoa, na Paraíba.

Muitas mulheres começam a descobrir o próprio corpo e entenderem suas necessidades e desejos somente quando adultas, após ultrapassarem os obstáculos, a vergonha e as barreiras construídas para que o conhecimento não as atinja. Ainda assim, livrar-se dessas amarras é um grande desafio. Quando se trata do prazer feminino, por exemplo, as mulheres afirmam não se tratar de um problema a ausência do orgasmo, além de encararem o momento como algo natural que não depende de si ou uma experiência que pode acontecer um dia. Essas respostas foram fornecidas por mulheres entre 18 e 28 anos, quando perguntadas sobre a inexistência do clímax sexual em suas relações. As informações constam por meio de uma pesquisa americana, publicada pela revista The Journal of Sex Research.

O medo da mancha

Na adolescência, uma das maiores angústias vivenciadas por uma menina é o medo e a vergonha do sangue menstrual. Além de precisar esconder o absorvente dentro da mochila e tirá-lo de lá sem que ninguém veja, deve-se lembrar de perguntar às amigas – sussurrando e sem fazer muito alarde – se a calça está manchada. Caso contrário, o constrangimento é garantido.

Em suas vidas, as mulheres passam por períodos marcados pela presença ou ausência de sangue, entre eles a menstruação, a perda da virgindade, o parto e a menopausa. E em nossa sociedade, a sistematização desse corpo que sangra ainda é relacionada à impureza, contaminação, algo que deve ser escondido ou evitado de ser falado por causar desconforto e repulsa naqueles que ouvem.

foto sangue menstruação
Foto: Reprodução/Jen Lewis

“A literatura antropológica sugere que interdições e marcações sobre a menstruação são presentes em todas as experiências sociais conhecidas”, explica Daniela Tonelli Manica, professora de antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autora de Menstruação e Corpo Feminino: uma discussão sobre alguns dos embates entre natureza e cultura.

Diversas teorias que rondam a questão do sangue menstrual desde os primórdios da humanidade já foram – pelo menos no mundo ocidental – desmistificadas, e podem soar até cômicas para quem as ouve nos dias de hoje. Porém, a visão sobre o assunto, que perdura na sociedade, sendo visto como algo nocivo, nojento e vergonhoso, serve para nos comprovar que o tabu ainda permanece. Na Índia, a saúde feminina não é pauta para debate. Uma pesquisa levantada por um fabricante de absorventes demonstrou que 75% das mulheres ainda compram o produto embalado em jornais devido à vergonha relacionada à menstruação. Números ainda mostram que uma em cada cinco meninas não vai à escola quando está menstruada – mais de 3 milhões de indianas perdendo aula.

Um estudo publicado este ano no jornal científico britânico BMJ reúne levantamentos de diversas pesquisas feitas nos últimos anos sobre saúde feminina e higiene íntima durante os sangramentos vaginais. A partir dos dados analisados, é possível perceber que a situação é igual – ou pior – em lugares mais pobres, como nos países da África Oriental, onde garotas sem acesso a produtos de higiene íntima precisam utilizar jornais, folhas e até lama para absorver o sangue. Contudo, o problema não é visto apenas nos países mais vulneráveis.

Apesar da cultura sexual vendida pela mídia nacional, os tabus e a vergonha também são impressos sobre o sangue das brasileiras. Ao mesmo tempo em que as pessoas evitam tocar no assunto e deixam para que as jovens resolvam suas questões no consultório médico – onde, muitas vezes, nada é esclarecido –, a publicidade se mostra conivente, evitando dispor-se de sua visibilidade para desmistificar ideias retrógradas e desconstruir preconceitos. Afinal, nenhuma mulher se reconhece nas imagens que reproduzem um líquido azul e vestidos esvoaçantes em tons claros, sempre com muito conforto e bom-humor.

Quando um produto cujo público-alvo é feminino tenta impor tal figura acerca de uma situação atravessada todos os meses por suas consumidoras, torna-se nítida a impressão que querem causar e a realidade que querem esconder – mesmo daquelas que a conhecessem muito bem. Por que as pessoas não querem ver o sangue no absorvente, se é essa a função do produto? Por representar um tabu, as mulheres desejam esconder, os homens preferem ignorar e as marcas reforçam e contribuem com esse ciclo.   

Raízes e crenças

Se na própria definição do termo tabu carrega seu viés religioso, faz-se necessário contextualizar e explicitar a ligação intrínseca dessas duas instâncias. “Acredito que entender melhor a relação entre sexo e religião pode ajudar a compreender a origem do preconceito e como lutar contra ele. É importante estar ciente de quão enormes são as diferenças nas várias religiões no que diz respeito ao sexo, e ainda dentro de cada religião. Não existe uma única verdade religiosa sobre qualquer forma de sexo”, declara Dag Oistein Endsjo, historiador norueguês, professor de estudos religiosos na Universidade de Bergen, na Noruega, e ex-líder da Aliança Norueguesa pelos Direitos Humanos.

Em um mergulho histórico, nota-se como a figura feminina, seu prazer e sua sexualidade estiveram submetidos ao masculino. Na Bíblia, a primeira mulher, Eva, teve sua origem na costela do primeiro homem, Adão. Na mitologia grega, segundo a versão mais conhecida, contada por Hesíodo, a simbólica deusa Afrodite surgiu do órgão genital castrado de Urano. Embora até a oitava semana de gestação todos os fetos sejam fêmeas, os ovários eram conhecidos antigamente como testículos femininos. A convenção social inverteu o processo científico, pois só a partir dos dois meses da concepção de um ser é que o clitóris inicia sua transformação em pênis; a pré-vagina se fecha e incha para ser substituída pela bolsa escrotal, estrutura que armazena aquilo que foram os ovário e se tornam os testículos.

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Foto: Reprodução/Pixabay

Além da inversão de valores apresentados na “criação” da mulher, o sexo feminino também é associado ao pecado e responsabilizado pela sedução do homem. Nos princípios originais do Budismo, as mulheres eram consideradas perigosas por gerar desejos que impediriam o homem de alcançar o Nirvana, estado de libertação para a corrente religiosa. “Mulheres eram consideradas impuras, cheias de arrogância, de ciúmes e causadoras da luxúria e de desejos no sexo oposto. Para os monges, recomendava-se que fossem evitadas de todas as formas, pois seriam fontes de perversidade e afastamento do verdadeiro e do sagrado”, aponta Monja Coen.

Outras crenças propagadas por falta de conhecimento envolviam doenças que acometiam exclusivamente indivíduos do sexo feminino. Desde o surgimento desses pensamentos até os dias de hoje, muitos são os mitos envolvendo a sexualidade e o corpo da mulher. Etimologicamente, a palavra “histeria” tem origem no termo grego “hystéra”, que significa útero. Da Grécia na Antiguidade até o final do século XX, quando o psicólogo francês Pierre Janet e Sigmund Freud – com obras como Os principais sintomas de histeria e Um caso de histeria – desassociaram as ideias, as crenças tratavam a histeria como uma doença ligada unicamente à mulher.

Acompanhada das questões religiosas, está a virgindade. Nas escrituras sagradas das principais religiões monoteístas da atualidade – Cristianismo, Judaísmo e Islamismo -, a mulher virgem é tratada como pura e, caso ela perca a virgindade antes do casamento, torna-se mal vista pelos outros de sua religião. No dogma cristão, a figura de Maria, a virgem que deu à luz Jesus, é representada nos votos de castidade e celibato para a entrada ao sacerdócio ou ao monastério. Assim, a questão ultrapassou tal esfera para habitar o pensamento social. “Em algumas civilizações, a mulher virgem é valorizada pela sua castidade, como símbolo de pureza. Vivemos em um país muito sexista, e penso que esse fator esteja mais ligada ao machismo, ao desejo de corresponder às expectativas do outro”, ressalta Denise Braz, psicóloga, sexóloga, especialista em gênero e sexualidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Prazer censurado e saúde negligenciada

A sexualidade é compreendida como um elemento que dá sentido e significado à existência humana, representando uma função vital do indivíduo, da qual fazem parte múltiplos fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais, transmitidos de geração em geração”, afirmam Kay Francis Leal Vieira, Renata Pires Mendes da Nóbrega, Maria Valdênia Soares Arruda e Priscila Monique de Melo Veiga no artigo Representação Social das Relações Sexuais: um Estudo Transgeracional entre Mulheres.

Conforme explicita o filósofo francês Michel Foucault, em sua obra História da Sexualidade, códigos de conduta e processos de controle religiosos, legais ou científicos buscaram, ao longo dos séculos, reprimir a possibilidade de agenciamento da sexualidade por parte das mulheres. Diante de tal cenário, continuar a tratar de assuntos relacionados a sexo caracterizando o ato como proibido e sujo contribui para a situação de vulnerabilidade feminina.

Condições como gravidez não planejada, depressão, ansiedade e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) continuam a afligir mulheres. Uma das razões disso é que, com receio de se expor, elas negligenciam qualquer tipo de orientação. Assim, até os dias atuais, apesar dos avanços tecnológicos e da medicina, as consequências desses mecanismos colocados em práticas durante tanto tempo ainda deixam marcas.

A marca de camisinhas Olla realizou uma campanha por conta do dia do sexo, em 2017, com o intuito de relacionar a figura feminina à proteção por meio de seus produtos. Para isso, uma máquina que disponibilizava gratuitamente camisinhas foi colocada em uma rua da capital paulista, enquanto uma câmera monitorava a reação das pessoas. O vídeo da empresa revelou que os homens pegavam os preservativos normalmente, ao lado de seus amigos ou sozinhos, em meio a risos e exclamações afirmando a necessidade de grandes quantidades. Já as mulheres relataram vergonha e constrangimento, motivos pelos quais muitas delas optaram por não obter o método contraceptivo. No final, o saldo mostrou que 672 homens e 238 mulheres pegaram os produtos, mesmo que elas considerassem importante carregar uma camisinha em suas bolsas. A propaganda ilustrou mais uma circunstância em que a saúde, o bem-estar e a vontade própria ficaram à margem quando o pensamento social e os preconceitos entraram em cena.

A mente por trás do corpo

As marcas carregadas pelo corpo feminino ultrapassaram os limites físicos. Os tabus acerca desses temas acabam influenciando diretamente a saúde mental de milhões de mulheres que, por não terem acesso à informação, acabam sendo privadas de seus direitos. “É muito comum, ao visitar unidades de saúde (postos, clínicas da família), você se deparar com prospectos e banners falando sobre a atenção aos sinais de câncer de mama, pele ou do colo do útero, assim como sobre amamentação, prevenção de DST’s, cuidado gestacional e planejamento familiar. Porém, ainda são poucas as ações voltadas para a prevenção e tratamento da saúde emocional e mental da mulher”, observa Amanda Bastos, psicóloga.

Os próprios tabus da saúde física podem interferir no psicológico, como exemplifica a pesquisadora Marni Sommer. “Quando se trata dos outros tipos de sangramento vaginal, como sangrar depois do parto e o sangramento intenso da endometriose, em muitas culturas, não é algo de que as pessoas falam com frequência. Um dos desafios, portanto, é que mulheres e meninas estão tentando lidar com isso sozinhas, sem apoio, informação ou orientação, seja de pessoas próximas ou de profissionais de saúde”. A especialista explica que o medo e a vergonha de seus sangramentos poderia causar sofrimento e ansiedade por uma realidade de falta de informações e apoio. Denise Braz aponta uma relação bem próxima entre saúde física (também sexual, levando em consideração a saúde íntima da mulher) e mental, pois quem está bem com suas emoções tem maiores possibilidades de ter uma vida sexual mais prazerosa e satisfatória. “Já vi casos de mulheres que reprimiram sua sexualidade e desenvolveram doenças emocionais, mas essa questão não é algo que possa ocorrer sempre, cada ser humano reage de maneira diferente do outro”, complementa.

Um diferencial da mente da mulher com relação a do homem está no ciclo reprodutivo, no qual hormônios, fatores ambientais, fisiológicos e psicossociais desempenham papéis importantes na saúde mental, como aponta pesquisa publicada na revista Debates em psiquiatria, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP): é o cuidado íntimo o elo da saúde física com a mental da mulher. “A higiene íntima interfere nos cuidados emocionais. A partir do momento em que a mulher começa a cuidar mais de si mesma, ela melhora sua autoestima e se sente mais segura, para o seu bem-estar e para a vida como um todo”, ressalta Laura Muller, psicóloga e educadora sexual, que também pontua: “Vencendo os tabus, ela (a mulher) só tem a ganhar. Por isso é importante conversar sobre o tema. Abrir o diálogo com outras mulheres da família, com as amigas e com o médico ginecologista.”

Saúde e sexualidade são assuntos que deveriam andar juntos, uma vez que se interseccionam e se complementam. Porém, a maioria dos profissionais da área da saúde, neste caso os ginecologistas, costumam ignorar as questões femininas que envolvem prazer e autoconhecimento e, ao invés de realizarem um atendimento levando em conta todas as questões de gênero, tratam apenas de forma generalista e pouco pessoal. Como explica a especialista Carolina Ambrogini, não existe formação em sexualidade nas residências médicas do Brasil e as poucas que oferecem algo na área, ainda são muito precoces – essas oferecem apenas sexualidade como matéria não-obrigatória, segundo ela.

“É um ciclo: o ginecologista não recebe formação em sexualidade na especialização. Por isso, ele não aborda nas consultas porque talvez não se sinta preparado, então ele medicaliza a consulta: ele aprendeu uma fórmula de hormônios e aplica isso no seu dia a dia”, declara Carolina, que, em seu Projeto Afrodite, busca levar conhecimento sobre sexo e sexualidade às mulheres, abordando questões que vão desde o prazer sexual até o reconhecimento do próprio corpo.

A liberdade para falar de questões envolvendo sexo e sexualidade feminina sem constrangimentos e preconceitos dentro dos consultórios é algo pregado por Carolina e por tantos outros profissionais de saúde que procuram seguir esse método de atendimento. Além de ser uma consulta mais pessoal, em que se sabe exatamente quem é a paciente e quais os seus conflitos, uma nova ginecologia mudaria completamente a maneira com que as mulheres lidam com o próprio corpo por oferecer suporte especializado para questões importantes tanto para a saúde física quanto para a psicológica.  

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